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Matita Perê

Matita Perê

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Título: Matita Perê
Arranjador: Dori Caymmi | Claus Ogerman
Autor: Antonio Carlos Jobim
Compositor: Antonio Carlos Jobim
Letrista: Paulo Cesar Pinheiro | Paulo Hermanny Jobim | Vinicius de Moraes
Fotógrafo: José Maria Mello
Autor: Antonio Carlos Jobim | PHILIPS | Paulo Jobim | Dori Caymmi | Claus Ogerman | Antonio Carlos Jobim | Paulo Cesar Pinheiro | Paulo Hermanny Jobim | Vinicius de Moraes | Eduardo athayde | Ray Beckenstein | Phill Bodner | Jerry dodgion | Don Hammond | Romeo Penque | Urbie Green | Harry Lookofsky | Ron Carter | Richard Davis | George Devens | Airto Moreira | João Palma | Antonio Carlos Jobim | José Maria Mello
Data: 1973
play Aguas de março
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play Ana Luiza
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play Matita Perê
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play Tempo do mar
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play Mantiqueira range
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play Crônica da casa assassinada
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play Rancho nas nuvens
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play Nuvens douradas
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play Águas de março (Waters of march)
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Resumo: Matita Perê é a primeira produção independente de Tom, e foi gravado em janeiro de 1973, no estúdio da Columbia, em Nova York, com arranjos e regência de Claus Ogerman e músicos escolhidos por eles. Foi lançado no Brasil em maio do mesmo ano. É dedicado a Guimarães Rosa, Drummond e ao escritor mineiro Mário Palmério. “Sou um mateiro incrível”, dizia Tom. Um dia, ao ouvir Vinicius comentar que ele, Tom, estava indo “cada vez mais pra dentro do mato”, disse: “Aprendi com Guimarães Rosa que a gente nunca pode entrar completamente no mato; só a metade. Na outra metade, a gente já está saindo”. Os dois LPs com nome de pássaro, Matita Perê e Urubu, dão início à fase mais mateira, mais ecológica, de criações inspiradas ou voltadas para a natureza. A composição da “suíte mateira” Matita Perê, que reproduz o canto do pássaro do sertão, é inspirada no conto Duelo, de Guimarães Rosa, e cita Um estranho chamado João, de Carlos Drummond de Andrade, “...me deu um trabalho incrível. Em Matita, se revela a monotonia vária do sertão. Cada lugar é o mesmo e um diferente lugar”. Já “Águas de março foi aquela iluminação”. Tom trabalhava na suíte noite e dia, no sítio Poço Fundo, quando subitamente um novo tema invadiu sua cabeça, acompanhado de algumas palavras soltas. Para não perdê-las (“é pau, é pedra, é o fim do caminho...”), Tom anotou-as numa folha de papel de embrulho. A inspiração veio de Olavo Bilac, no poema O caçador de esmeraldas: “Foi em março, ao findar a chuva, quase à entrada/ do outono, quando a terra em sede requeimada/ bebera longamente as águas da estação/Que, em bandeira, buscando esmeraldas e prata/ À frente dos peões, filhos da rude mata/ Fernão Dias Paes Leme entrou pelo sertão.”
Observação:
LP lançado em 1973 pela Philips.
A música "Crônica da casa assassinada" faz parte da trilha sonora do filme de mesmo nome de Paulo Cesar Saraceni. O CD "Jobim" é uma reedição norte-americana deste álbum.
Águas de março (1 lado A) / Antonio Carlos Jobim; Ana Luiza (2 lado A) / Antonio Carlos Jobim; Matita Perê (3 lado A) / Antonio Carlos Jobim e Paulo César Pinheiro; Tempo do mar (4 lado A) / Antonio Carlos Jobim; Mantiqueira Range (1 lado B) / Paulo Hermanny Jobim; Crônica da casa assassinada (2 lado B) - a) Trem para Cordisburgo / Antonio Carlos Jobim; - b) Chora coração / Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes; - c) Jardim abandonado / Antonio Carlos Jobim; - d) Milagre e palhaços / Antonio Carlos Jobim; Um rancho nas nuvens (3 lado B) / Antonio Carlos Jobim; Nuvens douradas (4 lado B) / Antonio Carlos Jobim; Waters of march (5 lado B) / Antonio Carlos Jobim;
LP gravado em Nova Iorque, especialmente para a PHONOGRAM DO BRASIL, em janeiro de 1973 nos Estúdios da Columbia. Ilustração no encarte: Paulo Jobim. Diretor de produção: Eduardo Athayde. Engenheiro de som: Frank Laico. Corte: Joaquim Figueira. Capa: Aldo Luiz. Foto da Capa: José Maria de Mello. Este disco foi relançado, mais tarde, em CD.
Tipo: LP
xmlui.dri2xhtml.METS-1.0.item-format: 1 disco: 33 1/3rpm; estéreo; 12 pol.;
xmlui.dri2xhtml.METS-1.0.item-description_origin: APACJ
xmlui.dri2xhtml.METS-1.0.item-contributor_editor: PHILIPS

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